INTERCORRÊNCIAS GRAVÍDICAS E RESULTADOS DO TESTE DO REFLEXO VERMELHO EM RECÉM-NASCIDOS

Autores

Palavras-chave:

Saúde Ocular, Teste do Reflexo Vermelho, Intercorrências Gravídica

Resumo

Objetivou-se descrever as intercorrências gravídicas apresentadas pelo público materno durante o período gestacional e associar as intercorrências gravídicas aos resultados do Teste do Reflexo Vermelho em recém-nascidos. Esta pesquisa partiu de um estudo descritivo e de abordagem quantitativa, onde foi realizada na Faculdade Nova Esperança de Mossoró/FACENE-RN, posteriormente à seleção da população em uma maternidade situada no município. A população foi constituída por mães e recém-nascidos da maternidade e que compuseram o banco de dados do projeto de pesquisa, tendo como instrumento um formulário. A coleta de dados deu-se a partir do banco de dados no decorrer de fevereiro a setembro de 2018. Os dados foram analisados a partir de média, desvio padrão, valores mínimos, máximos, frequência simples e para a análise da associação entre as intercorrências gravídicas e o resultado do Teste do Reflexo Vermelho, aplicou-se o teste Qui-Quadrado (χ2). Após a análise dos resultados, o público estudado de 79 mães pertencia exclusivamente ao município de Mossoró-RN, onde apenas 49 mães apresentaram intercorrências, com maior prevalência da Infecção do Trato Urinário. Os resultados dos testes nos respectivos recém-nascidos mostraram reflexo vermelho normal, onde não houve associações estatisticamente significantes entre as intercorrências maternas e os resultados do teste do reflexo vermelho nos recém-nascidos, com p=0,99. As intercorrências gravídicas, de acordo com o estudo, não interferiram nos resultados dos testes, porém deve-se cuidar das intercorrências gestacionais para minimizar os potenciais riscos aos fetos. 

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Publicado

2020-08-31

Como Citar

Pinto, A. A. R., Fontoura, F. C., da Costa, L. R., & Ramos, A. L. B. P. (2020). INTERCORRÊNCIAS GRAVÍDICAS E RESULTADOS DO TESTE DO REFLEXO VERMELHO EM RECÉM-NASCIDOS. Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança, 18(2), 81–87. Recuperado de https://revista.facene.com.br/index.php/revistane/article/view/565

Edição

Seção

Ciências da Saúde/Artigo Original