CLIMATÉRIO: PERSPECTIVAS DE MULHERES PROFISSIONAIS DA SAÚDE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NOVA ESPERANÇA, JOÃO PESSOA-PB

Palavras-chave: Profissionais da Saúde, Saúde da Mulher, Climatério

Resumo

O climatério é uma fase natural da vida que pode se apresentar acompanhada de um conjunto de transformações de natureza biopsicossocial, podendo influenciar consideravelmente as relações interpessoais. Este é um estudo exploratório, descritivo, com abordagem qualitativa de tratamento e análise de dados, tendo como objetivo compreender os aspectos existenciais da vivência do climatério por mulheres profissionais de saúde e a influência dos sintomas deste período sobre as relações pessoais no ambiente de trabalho. Para isso, foram entrevistadas, fazendo uso de um gravador de voz, 12 mulheres no climatério profissionais de saúde, com idades entre 40 e 65 anos, nos meses de junho e julho de 2019. As mulheres no climatério precoce e histerectomizadas foram excluídas do estudo. Os instrumentos utilizados foram: um roteiro de entrevista semiestruturado com quinze perguntas e o Índice Menopausal de Blatt & Kuperman. Este último é capaz de identificar e classificar os sintomas do climatério em leve, moderado e intenso. Utilizou-se como método de observação dos dados a análise de conteúdo de Bardin. Este estudo foi aprovado com o CAAE 08331219.5.0000.5179. Após análise, houve criação de duas categorias – os fogachos ou ondas de calor como fator de risco para depressão e indisposição ou falta de desejo sexual como expressão da baixa autoestima. Dada a relevância da síndrome do climatério, os sintomas identificados por meio do IMBK e referido pelas mulheres durante as entrevistas, bem como a vivência de cada uma, pode influenciar negativamente as relações pessoais no ambiente de trabalho.

Publicado
2020-08-31
Como Citar
Rodrigues, A., da nóbrega, A. A., dos Santos, R., & Paiva Alves, E. (2020). CLIMATÉRIO: PERSPECTIVAS DE MULHERES PROFISSIONAIS DA SAÚDE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NOVA ESPERANÇA, JOÃO PESSOA-PB. Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança, 18(2), 61-72. https://doi.org/10.17695/revcsnevol18n2p61-72

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