PERCEPÇÃO E SATISFAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL EM ESTUDANTES DE UM CENTRO UNIVERSITÁRIO DE RECIFE/PERNAMBUCO

Palavras-chave: Imagem Corporal, Estado Nutricional, Insatisfação corporal, Estudantes Universitários, Transtornos Alimentares

Resumo

Pessoas insatisfeitas com a imagem corporal frequentemente adotam comportamentos alimentares inadequados na busca pelo corpo ideal. Por isso, o objetivo desde trabalho foi avaliar a percepção e satisfação da imagem corporal de estudantes de um Centro Universitário particular de Recife-PE. Trata-se de um estudo transversal, com estudantes de nutrição, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 40 anos. Para avaliação da percepção da imagem corporal, aplicou-se uma Escala de Silhuetas predefinida. A insatisfação com a imagem corporal foi identificada por meio da discrepância entre o valor correspondente à silhueta atual (autopercepção) e o valor indicado como a silhueta ideal. Foi realizada aferição de peso e altura, e a partir dessas medidas foi calculado Índice de Massa Corporal (IMC) e a classificação do estado nutricional. Participaram 63 alunos, com média de idade de 25,46 + 5,70 anos. Constatou-se que 22,2% dos acadêmicos estavam com sobrepeso. A insatisfação corporal por magreza e excesso de peso foi de 15,9% e 58,7%, respectivamente. Quando comparado entre os sexos, as mulheres se mostraram mais insatisfeitas (86,5%) em relação ao excesso de peso. Não houve relação entre imagem corporal e idade. Observa-se que a pressão social em relação a sua forma física apresenta importância considerável para a profissão escolhida, sendo atribuído a magreza o significado de capacidade técnica e profissional. A maioria dos universitários do curso de nutrição do Centro Universitário particular de Recife está insatisfeita com sua imagem corporal, principalmente as mulheres pelo excesso de peso.

Publicado
2020-12-21
Como Citar
Melo, P., & Vieira, R. (2020). PERCEPÇÃO E SATISFAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL EM ESTUDANTES DE UM CENTRO UNIVERSITÁRIO DE RECIFE/PERNAMBUCO. Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança, 18(3), 196-204. https://doi.org/10.17695/rcsnevol18n3p196-204
Seção
Ciências da Saúde/Artigo Original