TEOR DE SÓDIO EM ALIMENTOS CONSUMIDOS PELA POPULAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA

Palavras-chave: Sal, Consumo, Qualidade de vida, Refeições rápidas

Resumo

Alimentos que são ingeridos pela população em geral têm uma grande quantidade de sódio, especialmente na forma de sal de cozinha. Apesar de sua importância para o metabolismo humano, o excesso de sódio consumido na dieta é reconhecido como um dos principais fatores de risco para a hipertensão arterial e síndrome metabólica, tendo relação com o aumento na morbimortalidade cardiovascular e renal. No entanto, a falta de orientação da comunidade ou a presença de informações equivocadas contidas nos rótulos dos produtos, representa uma dificuldade na busca de uma dieta saudável. Este artigo objetiva avaliar o teor de sódio contido em alimentos comercializados no Estado da Paraíba e consumidos pela população paraibana. Trata-se de um estudo experimental, com abordagem quantitativa. A determinação dos teores de sódio e cloreto foi realizada de acordo com a metodologia do Instituto Adolfo Lutz. Observou-se alto valor de sódio em amostras de carne de charque (13.6619 mg/100gMS) e carne de sol (4.312,69 mg/100gMS). Já entre os gêneros alimentícios que apresentam menor teor de sódio, o destaque foi para o empadão de camarão com 305,53 mg/100gMS. Atualmente, são preconizados os lanches rápidos e práticos em detrimento das refeições balanceadas. Esse tipo de alimento possui elevadas concentrações de sódio. Com isso, se novos hábitos alimentares não forem implantados, cada vez mais surgirão consequências prejudiciais à saúde das pessoas e os resultados deste estudo indicam a necessidade de alertar a população sobre os riscos do consumo excessivo de alimentos com elevada quantidade de sal.

Publicado
2018-12-15
Como Citar
Moraes, A., Dornelas, B., Oliveira, L., Cavalcanti, R., Lima, C., & Barbosa, H. (2018). TEOR DE SÓDIO EM ALIMENTOS CONSUMIDOS PELA POPULAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA. Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança, 16(3), 51-57. https://doi.org/10.17695/issn.2317-7160.v16n3a2018p51-57
Seção
Ciências da Saúde/Artigo Original