TIREOIDECTOMIA TOTAL: ESTUDO ANATÔMICO DO PROCEDIMENTO EM CADÁVER

Palavras-chave: Tireoidectomia., Procedimentos cirúrgicos operatórios., Cadáver.

Resumo

A tireoide é uma glândula endócrina responsável pela produção de hormônios reguladores do metabolismo. Como qualquer outra glândula, a tireoide pode sofrer variados acometimentos, sendo necessárias diversas abordagens clínicas incluindo o tireoidectomia. Esta cirurgia de retirada da tireoide é considerado o principal método terapêutico. O objetivo é realizar o a tireoidectomia total em um cadáver, dando ênfase a identificação das estruturas adjacentes e lesáveis no processo, descrição das etapas da intervenção, relacionar o procedimento cirúrgico com a anatomia humana e investigar a eficiência da técnica. Foi realizada uma pesquisa exploratória, de aspecto descritivo com abordagem qualitativa. Utilizou-se materiais habituais de dissecação, como cabos e lâminas de bisturi, luvas, máscaras, toucas já que foi realizado um procedimento cirúrgico de tireoidectomia total, analisando e observando diretamente a amostra, como também registro fotográfico em cada etapa. Verificou-se que esta técnica cirúrgica é bastante efetiva para a realização da retirada da tireoide, ressaltando a importância do cuidado na dissecação de todas as estruturas anatômicas envolvidas no processo, principalmente o nervo laríngeo recorrente, que tem considerável índice de lesões durante a cirurgia. No entanto, comparado a outros procedimentos cirúrgicos, a tireoidectomia tem elevada indicação por ser uma cirurgia rápida, de baixo custo e de fácil reprodutibilidade e, como visto no estudo, é preciso que o cirurgião tenha conhecimento anatômico minucioso da área a ser cirurgiada, evitando que complicações pós-cirúrgicas possam comprometer a qualidade de vida dos pacientes.

Publicado
2018-10-11
Como Citar
Menezes, N., Rodrigues, A. R., Maia, C., Oliveira Filho, J., & Cavalcanti, T. (2018). TIREOIDECTOMIA TOTAL: ESTUDO ANATÔMICO DO PROCEDIMENTO EM CADÁVER. Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança, 16(2), 72-79. https://doi.org/10.17695/revcsnevol16n2p72-79
Seção
Ciências da Saúde/Artigo Original

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